Uma das missões do Instituto Procomum é promover reflexão e debates sobre o Comum.

Com este texto, estamos dando início à publicação de textos que consideramos importantes para compreender os desafios contemporâneos.

Georgia Nicolau, diretora do Instituto Procomum, traduziu um artigo de Felix Weth, fundador do Fairmondo.de, uma cooperativa de comércio eletrônico fundada em dezembro de 2012 na Alemanha com objetivo de ser uma alternativa justa e democrática a  grandes corporações do mundo digital como Amazon e E-bay.

Weth é um dos principais interlocutores de um movimento que se autodenomina  Cooperativismo de Plataforma, e se propõe a ser uma alternativa ao modelo de negócio concentradores que povoam a internet. Eles estão em busca de uma versão 2.0 do modelo de cooperativas, essa forma de se autogerir que existe desde o século XIX e que se faz presente na legislação da maioria dos países, sendo amplamente utilizado. por exemplo, pelo movimento da Economia Solidária no Brasil.

No artigo que Weth gentilmente nos cedeu, ele aborda os 7 princípios que guiaram a construção da Fairmondo e que norteiam as chamadas Cooperativas 2.0, modelos de negócio que perseguem a transparência, a responsabilidade e a democracia como pilares. Além da Fairmondo, existem outras experiências sendo gestadas, experimentadas, idealizadas ou praticadas.

Neste artigo, em inglês, do Blog do Centro de Mídia Cívica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) há um bom compilado de nove experiências similares, a Fairmondo sendo uma delas.

Compilado importante sobre cena atual de cooperativas 2.0, o livro Cooperativismo de Plataforma, do escritor, artista e professor de cultura e mídia digital Trebor Scholz, acaba de ser lançado pela Editora Elefante em tradução para o português de Rafael Zanatta, por meio de uma parceria com Fundação Rosa Luxemburgo. Acesse aqui o livro em pdf.

CLIQUE AQUI E LEIA AQUI O ARTIGO ESCRITO POR FELIX WETH