Os projetos que fazemos no Instituto Procomum se caracterizam pela complexidade. Costumeiramente, somos interpelados sobre o significado do comum, sobre as nossas linhas de ação (afinal qual é o foco do trabalho de vocês?), sobre o impacto que nossas realizações produzem. São perguntas que nos perseguem e que temos nos preparado para responder cada vez melhor. Com a Colaboradora – Artes e Comunidades não foi diferente. O projeto, embora inspirado em uma experiência oriunda da Europa, ganhou novos contornos e passou a unir arte com assistência social, cultura com economia colaborativa, cuidado com derivas territoriais, tudo isso mediado por uma atenção especial a cada pessoa envolvida em nossa teia de colaboração.

Como, então, extrair desse emaranhado algo palpável?

Desde o início do nosso trabalho, temos apostado na produção de publicações que documentem os conhecimentos que geramos ao longo dos processos nos quais estamos inseridos. Esse material é uma tentativa de sistematização, cuja finalidade é dar a conhecer o que fizemos e também inspirar parceiras e parceiros (ou parceires) na invenção de um mundo comum. Não se trata de uma metodologia fechada, um passo a passo ou um guia de como fazer.

O que produzimos foi a documentação de um processo aberto, que segue em curso (vivenciamos apenas o primeiro ano dessa jornada).

Clique e acesse a revista completa com este e outros textos: https://www.procomum.org/2019/04/08/revista-colab