Ciência Cidadã e Laboratórios Cidadãos

O dossiê Ciência Cidadã e Laboratórios Cidadãos logrou reunir um conjunto expressivo de artigos, resultando numa instigante caracterização desse campo de práticas. Além da diversidade de origem geográfica (Europa, África, América Latina e do Norte), os autores e autoras possuem inserções que transitam entre universidades, organizações comunitárias e não governamentais, movimentos sociais e coletivos ativistas. Interessante destacar que a maior parte dos trabalhos recebidos nesta chamada é de relatos de experiências empíricas empreendidas pelos próprios autores.

Bem-estar comum

Guerra, sofrimento, miséria e exploração cada vez mais caracterizam nosso mundo globalizado. São tantas as razões para buscar refúgio num reino “fora”, em algum lugar separado da disciplina e do controle do Império emergente ou mesmo com certos princípios e valores transcendentes ou transcendentais que possam orientar nossa vida e fundamentar nossa ação política...

Encontro 03:

São muitos os dados que mostram a precariedade da vida e as incertezas do trabalho das mulheres negras brasileiras. A proposta deste trabalho é questionar, de forma preliminar e exploratória, quais as táticas de vida dessas mulheres apesar da precariedade. Porque em condições econômicas desfavoráveis, elas inventam soluções colaborativas para a manutenção de suas vidas e suas comunidades: compartilham os cuidados de crianças e idosos, alimentos e moradia entre núcleos familiares distintos.

Encontro 02:

Igualdade e autonomia são duas palavras que estampam cartazes, manifestos e orientam ações feministas em todo o mundo. Mas sabemos que o sentido atribuído a essas palavras pode variar muito, assim como também variam os desafios que as mulheres enfrentam, em cada tempo e lugar.

Encontro 01: – Economia Política dos Commons – Yochai Benkler

Este artigo trata da evolução do conceito de commons na cibercultura. Analisa as idéias de Yochai Benkler e de Lawrence Lessig e as compara com as abordagens de Hardt e Antonio Negri, bem como com as proposições do coletivo Critical Art Ensemble. Explora, a partir da abordagem de Howard Rheingold, o potencial emergente dos commons e finaliza inserindo-os em uma ecossistema digital baseada no relacionamento e não mais na predominância da propriedade, como defende John Perry Barlow.

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